O Hospital Ana Nery irá participar do World Congress On Acute Heart Failure 2019

Resumo 1

TERAPIA MÉDICA OTIMIZADA NA ADMISSÃO POR INSUFICIÊNCIA CARDÍACA AGUDA VS TRATAMENTO MÉDICO OTIMIZADO NO MOMENTO DA ALTA 

OPTIMIZED MEDICAL THERAPY AT ADMISSION FOR ACUTE HEART FAILURE VS MEDICAL TREATMENT OPTIMIZED AT THE MOMENT OF DISCHARGED

A Insuficiência Cardíaca Aguda (ICA) é a principal causa de hospitalização em adultos no Brasil. O objetivo deste estudo foi comparar a terapia medicamentosa otimizada na admissão da IC com o tratamento médico otimizado prescrito no momento da alta. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo realizado entre janeiro de 2016 e dezembro de 2018. Foram analisados 318 pacientes em relação à terapia medicamentosa antes da admissão hospitalar e no momento da alta.

ADMISSÃO ALTA

 

Terapia Médica Otimizada 48 (42,2%) 276 (86,6%)
IECA/BRA 45 (14,1%) 202 (73,5%)
Betabloqueadores 45 (14,1% 249 (90%)
Espironolactona 47 (14,7%) 206 (74%)

 

A adoção de uma estratégia assistencial multidisciplinar com orientações e medidas específicas para IC durante a internação, alta hospitalar e acompanhamento dos pacientes, possibilita maior qualidade da atenção voltada para a compensação do quadro clínico, autocuidado, reconhecimento e prevenção de sintomas de ICA.

Resumo 2

MORTALIDADE E COMPLICAÇÕES APÓS IMPLANTES DE DISPOSITIVO ELETRÔNICO CARDÍACO NA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA AGUDA MORTALITY AND COMPLICATIONS AFTER IMPLANTS OF CARDIAC ELECTRONIC DEVICE IN ACUTE HEART FAILURE 

Nas últimas décadas, a Terapia de Ressincronização Cardíaca (TRC) e os Cardiodesfibriladores Implantáveis (CDI) são opções de terapia adjuvante não farmacológica e de alto custo para a Insuficiência Cardíaca (IC). O objetivo deste estudo é descrever as complicações após o implante de DEIC na IC. Trata-se de um estudo prospectivo de coorte realizado a partir de maio/2017. Foram analisados ​​64 pacientes com indicação para uso de DEIC de alto custo: CDI e / ou TRC.

N (%)
Insuficiência Renal Aguda 24 (37,5%)

 

Hematoma 4 (6,25%)

 

Infecção 4 (6,25%)
Pneumotórax 1 (1,5%)
Deslocamento de eletrodo 1 (1,5%)
Explante do dispositivo 3 (4,6%)
Óbito Intra-hospitalar 4 (6,25%)
Óbito em até 1 ano 3 (4,6%)

 

Tempo médio de internação 15 dias

 

Conclui-se que, tendo em vista o alto potencial de complicações dos implantes de DEIC na fase aguda da IC, deve-se considerar o adiamento do implante nessa fase sempre que possível.

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